sábado, 16 de abril de 2011

Do Jeito que seu Nego Gosta!

Porque nostalgia é assim igual uma mola.
que agente comprime 
às vezes de propósito
Só pra ver até aonde guenta pular!



"Tomara, tomara que a chuva
Tomara que a chuva caia logo
Pra molhar você
Pingo de estrela cai do céu azul
Do jeito que seu nego gosta
O jeito molhado do seu corpo nú
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta
Te ver brilhando em meu olhar
Do jeito que seu nego gosta
E te amando peço seu cantar
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta
Cortando espaço de norte à sul
Do jeito que seu nego gosta
Gotas de mel no seu sorriso blue
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta
Te ver brilhando em meu olhar
Do jeito que seu nego gosta
E te amando peço seu cantar
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta
Cortando espaço de norte à sul
Do jeito que seu nego gosta
O jeito molhado do seu corpo nú
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta
Te ver brilhando em meu olhar
Do jeito que seu nego gosta
E te amando peço seu cantar
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta
Do jeito que seu nego gosta!"

sábado, 9 de abril de 2011

Fukushima


da série imagens que valem mais que mil palavras:


rolavam altas. sem surf por algumas décadas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

devaneios de quarta

numa quarta quente, de vento sul inconsistente, cá to eu denovo - reclamando do calor.

é um turbilhão de pensamentos dando volta na minha mente, que sinto todo corpo esquentar.

um dia que começou cedo, remando com os brothers num marzim tranquilo, e agora se arrasta a terminar...

em algum lugar eu sei que tem quem - alguém que também sem paciência aguarda o amanhã.

que amanhã é esse, que nunca chega? que pensamentos são esses que mantém cheia

minha mente inconsistente?

remoendo um passado que não existe mais.

por agora só esse ventim caô, fingindo vir do sul mas trazendo um puta clima da baêa.

e o real, que é? nem ontem nem amanhã. 

é só o calor.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Stirt it Up

Aí saiu, e foi na chuva mesmo.
Não tomou nem conhecimento da água que caía: sem olhar pra trás, botou a mochila nas costas e disse tchau. Todo encapuzado calça comprida e bota no pé, carregando aquele trambolho guardado dentro da capa preta.
Vai entender né. Enquanto todos dormem, sorrateiro na madrugada fria, vai um cara sonhando a pé pelas ruas vazias do bairro.
Para no ponto, pega o primeiro ônibus. Rodoviária.
"-Ei motô, abre a porta lá atrás fazendo o favor!"
Deita a prancha no chão, recostada na mochila. Tira o casaco molhado, vai até o trocador paga a passagem e roda a roleta. Da janela vai vendo sua cidade passar.
Rodoviária. Bilhete conferido, hora certa.
Com cuidado, guarda a bagagem que é pouca mas impressiona. Uma mochila gigante de cheia, e uma prancha na capa preta acolchoada. Entrega a passagem ao conferente, se acomoda na sua poltrona.
Tira o celular, ajeita os fones no ouvido. Toca uma música.
Pra embalar a viagem e fechar os olhos, pra querer dormir e só acordar quando chegar.
Todo mundo que entra no ônibus vê, o moço dos olhos fechados e sorriso no rosto. Ninguém ouve, mas pra ele tá tocando aquele som... 

segunda-feira, 21 de março de 2011

Três Luas

Vi nascer no céu e contei por quase três vezes seguidas a lua nascer cheia no mar e minguar logo em seguida.

E descobri que na pele branca de mulher a lua brilha como brilha na beira da praia.

mas praia de areia branca é raro. e mulher não é feito praia, praia areia.

mulher é feito praia mar. praia água, na lua cheia

meio caminho, meio perdição.

desses mistérios que não se decifram.